NATUREZA NA SUA

Plenitude

Perto do Castelo de Marialva nasce a ribeira de Doneguinhas, outrora chamada de ribeira de Nadavau. Esta ribeira emprestava então o nome à atual Quinta Calcaterra.
Com águas limpas que permitem ao passeante ver o fundo da ribeira, imagine-se a observar a tranquilidade da corrente enquanto come umas talhadas de bom presunto e pão de trigo regional, acompanhando com azeitonas e um bom vinho do Douro! Não se esqueça: ainda estamos na Região Demarcada do Douro, a mais antiga Região Demarcada do Mundo!

Nas proximidades da Quinta Calcaterra, é fácil perceber a pista dos coelhos e das lebres, e até distinguir o canto das diferentes espécies de pássaros que voam por aqui. Há perdizes, tordos, rouxinóis e tantos outros. Lá para a noite, o piar das corujas e o esvoaçar de algum mocho poderá ser uma curiosidade que lhe ficará na memória.

No perímetro da Quinta Calcaterra poderá andar vários quilómetros ao encontro da Natureza.

E, depois, com o suporte da cómoda estadia na Quinta de Calcaterra, o amigo, muito mais amigo do que hóspede, encontrará um universo histórico e mágico à sua disposição, sem fazer demasiados quilómetros: as célebres gravuras de Foz Côa, castelos, termas, lendas, estações arqueológicas, pelourinhos, feiras, gastronomia, artesanato, etc.
Bem, naquele tempo e neste espaço, a Quinta de Calcaterra chamava-se Quinta de Nadavau, porém, o espaço, na sua amplitude, nas suas potencialidades, pela fauna e pela flora, uma casa com todos os requisitos modernos, levou os proprietários a abrir uma das gavetas da memória. E de lá saiu o topónimo Calcaterra, que tão agradavelmente marcara, ao longo de mais de dois séculos, uma antiga propriedade da família Moutinho. Nada melhor do que reviver a herança cultural do saber fazer valer as tradições em novos tempos.

E assim nasceu a Quinta Calcaterra!

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